Para se entender melhor o meio onde vivemos, é necessário observá-lo e entendê-lo. Desde que o homem foi ao espaço, surgiram novas oportunidades de contemplar a grandeza e complexidade de nosso mundo. Há muitas décadas que cientistas estão observando a Terra por um patamar superior: o espaço. Através de fotos tiradas por satélites, novas formas de entender a dinâmica do planeta estão surgindo. Uma coisa nós já sabemos. Nosso mundo está sempre em movimento, mas agora podemos contemplar isso de maneira mais precisa.

Hoje a Fatos Desconhecidos traz para você algumas imagens que mostram a grandeza de nosso lar. A NASA publicou as imagens tiradas do espaço e nós trazemos um pouquinho dessa experiência espetacular. Conheça as imagens da NASA que mostram como a Terra mudou nos últimos 20 anos. Não só muito belas, as imagens são a prova de que vivemos em lugar extraordinário e que devemos cuidar dele. Afinal, a Terra nada mais é do que nossa casa.

Olhos no espaço

Usando câmeras especializadas, astronautas registraram a grandeza e o poder de nosso planeta. Esse registro vem sendo feito desda década de 70 e o que ele revela é um mundo dinâmico e sempre em transformação. Em 1997, a agência espacial começou a ter uma visão mais contínua da Terra. A partir desses dados eles criaram a curta animação dessa matéria. Em poucos minutos, as imagens mostram uma transformação de 20 anos do planeta.

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Ao assistir as imagens, o oceanógrafo, Gene Carl Feldman, do Centro Goddard Space Flight da Nasa, comenta a vivacidade do planeta. O Oceanógrafo diz que nosso mundo é vivo e está sempre mudando. Para cada variação de vento, corrente oceânica e temperaturas, o mundo vai se transformando magnificamente.

Essas observações do espaço podem ajudar a entender melhor as mudanças que afetam a agricultura e o meio ambiente aquático e terrestre. Outra funcionalidade dessas observações é conseguir prever períodos de risco e fome.

Mudanças climáticas

Segundo Feldman, a América do Sul se transformou em uma floresta esverdeante, o que antes parecia um deserto biológico. Da mesma forma comenta o quão a vida no oceano pode se desenvolver, se dermos uma chance para o mesmo.

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O estudo mostrou que apesar da resistência desses seres, o aumento da temperatura oceânica está criando desertos biológicos. Esse termo é usado para definir áreas que existem baixo crescimento de fitoplâncton. A consequência desses "desertos" é uma reação negativa para pesca e ao ecossistema marinho.

Devido ao notável aquecimento do planeta, não só o oceano é afetado, mas também outros ecossistemas. Em 2004 e 2015 houve incêndios que eliminaram milhões de hectares de florestas ao norte do mundo. A fumaça desses incêndios só agravam o problema, já que isso é culpa do aquecimento global.

Percebe-se a elevação da temperatura nas regiões árticas, como a tundra oeste do Alasca, onde está se tornando cada vez mais verde. Isso é um desbalanceando, já que essas regiões são muito frias pra sustentar certas vegetações. Esse desequilíbrio afeta outros lugares do mundo em diferentes formas, representando uma ameaça para a vida do local.

Culturas e plantações

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A partir dessas análises também é possível prever tendências positivas e negativas na agricultura. Muitas políticos e outras organizações se aproximaram da NASA para criar estatísticas melhores. Com essas pesquisas, pode-se prever períodos de seca e limitações da produção.

A medição da área verde do planeta é importantíssima e abre porta para diversas possibilidades. Observando essas áreas podemos tomar melhores decisões em relação a preservação e a produção do planeta. O próximo passo que os estudiosos querem alcançar é a medição da produção de fotossíntese. Com esse avanço, entender a biologia do planeta e a forma que a vida se interconecta no ecossistema será mais prático.

Esse projeto é um grande passo para otimizar práticas agrícolas e evitar situações de emergência. Um exemplo disso é uma adega californiana que utiliza desses dados para melhor irrigar suas plantações.

E aí, o que achou dessa matéria? Deixe seu comentário e até a próxima.

Publicado em: 27/11/17 14h54