Liga da Justiça é a principal equipe da DC Comics e, por muitas décadas, foi o grupo de super-herói mais popular do planeta. Por anos, crianças cresceram lendo suas aventuras e acompanhando suas histórias em filmes e série animadas. Uma admiração levada para a vida adulta, junto do desejo de ver os queridos heróis adaptados para o cinema. Por isso, quando a Warner Bros decidiu fazer seu próprio universo compartilhado no cinema, os fãs não poderiam ter ficado mais feliz. Ele teve início em 2013, com Homem de Aço.

O projeto foi encabeçado por Zack Snyder, grande colaborador do estúdio e responsável por Watchmen, uma das melhores adaptações cinematográficas de quadrinhos da história. Sem exageros! Com o primeiro filme da nova fase, o cineasta apresentou ao público um Superman diferente do esperado. O visual inspirado em Os Novos 52, isto é, sem cuequinhas vermelhas. A história foi um estudo de personagem, mostrou a jornada de Clark para descobrir quem ele era e seu papel no mundo que o temia. Superman não começa o filme como herói, ele é apenas um homem que não sabe como agir frente ao que ele é. Homem de Aço é uma boa obra, porém, deixou muito gente em cima do muro. Não precisamos nem dizer o que aconteceu depois dele.

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A polêmica em volta de Liga da Justiça

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Batman vs. Superman: A Origem da Justiça é um ótimo filme para os fãs da editora. Especialmente para aqueles que leram os quadrinhos e viram as animações. Contudo, para o público geral, se mostrou uma bagunça completa. O estúdio errou nessa parte e quis compensar em Liga da Justiça. Zack Syner já havia gravado o longa quando a Warner e se aproveitou da tragédia pessoal do diretor e o substitui por Joss Whedon. Várias cenas foram regradas e o tom foi alterado. Victor Frankesntein teria inveja da versão exibida nos cinemas.

Com a confusão de bastidores revelada após o lançamento do filme, muitos fãs pediram pela versão do Zack Snyder. Chegaram a fazer petição para a Warner liberar o Snyder Cut, no cinema ou em home video. O assunto foi debatido durante muito tempo, porém, o estúdio permanecia em silêncio. Então, 84 anos mais tarde, o Wall Street Journal revela que o estúdio não possui nenhum plano em lançar tal versão. Notícia triste para alguns, já esperada por outros, mas necessária para fechar essa parte da história.

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Publicado em: 04/09/18 15h01